Diversificar uma carteira significa mais do que distribuir investimentos entre diferentes ativos. Para quem investe em renda variável, olhar para diferentes países, setores e empresas também pode ser uma forma de reduzir a concentração em uma única economia e ampliar as possibilidades de participação no crescimento de diferentes mercados.
O MUND11 replica o VALU (Vanguard FTSE Global All-Cap UCITS ETF USD), listado na Bolsa de Londres e negociado em dólar, sendo equivalente ao Vanguard Total World Stock Index (VT), mas na versão UCITS.
Com a nova alternativa, o investidor pode acessar uma estratégia global por meio da B3, sem precisar investir diretamente em uma bolsa estrangeira, e com eficiência tributária.
O MUND11 é um ETF de ações que busca acompanhar, por meio de sua estrutura de investimento, o desempenho de uma carteira global.
Seu veículo internacional, o Vanguard FTSE Global All-Cap UCITS ETF USD, acompanha o FTSE Global All Cap Index, índice desenvolvido para representar o mercado acionário global e que contempla empresas de diferentes regiões e capitalizações de mercado.
Isso significa que a estratégia não está concentrada em uma única economia. A carteira reúne empresas de mercados desenvolvidos e emergentes, proporcionando diversificação geográfica e setorial.
O MUND11 possui taxa total de administração de 0,26% ao ano, correspondendo a 0,19% do ETF e 0,07% do fundo investido.
Um dos diferenciais do MUND11 está na estrutura utilizada para acessar o mercado internacional.
O ETF internacional que compõe sua estratégia é um UCITS domiciliado na Irlanda. UCITS é uma regulamentação da União Europeia que estabelece regras para fundos de investimento, incluindo aspectos relacionados à diversificação, gestão de riscos, liquidez e proteção dos investidores.
Essa estrutura também possui características tributárias relevantes.
Para dividendos pagos por empresas norte-americanas, o imposto retido na fonte na estrutura irlandesa é de 15%, enquanto ETFs domiciliados diretamente nos Estados Unidos estão sujeitos a uma alíquota de 30% sobre esses dividendos, considerando essa estrutura tributária.
A diversificação é um dos principais elementos de uma estratégia de investimentos de longo prazo. E, quando o assunto é renda variável, diversificar também significa olhar para além das fronteiras brasileiras.
Segundo estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), o Brasil representa cerca de 0,6% da economia global. Isso significa que concentrar os investimentos apenas no mercado brasileiro deixa de fora uma parcela significativa das empresas e oportunidades existentes em outras economias.
Ao investir em um ETF global como o MUND11, o investidor pode acessar empresas de diferentes países, setores e segmentos por meio de uma única estratégia. E a carteira não fica exclusivamente vinculada ao desempenho de uma determinada economia.
Assim, além de facilitar o acesso a uma carteira global por meio de uma única posição negociada na B3, o MUND11 conta com uma estrutura UCITS domiciliada na Irlanda, que traz características de eficiência tributária relevantes para sua carteira.
O lançamento do MUND11 amplia o conjunto de alternativas disponíveis ao investidor brasileiro que busca diversificação internacional.
Ao combinar uma carteira global com uma estrutura UCITS domiciliada na Irlanda e negociação na B3, o ETF reúne diferentes características em um único produto.
Saiba mais sobre o MUND11 em: https://www.investoetf.com/etf/mund11/
Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e não constitui recomendação de investimento. As características tributárias apresentadas consideram a legislação vigente na data de publicação e podem ser alteradas. Antes de investir, leia o regulamento, os fatores de risco e os demais documentos do fundo. Rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura.