A inteligência artificial, a transição energética e a crescente demanda por minerais críticos para o desenvolvimento de tecnologias como veículos elétricos, turbinas eólicas, semicondutores e data centers vêm colocando em evidência as chamadas terras raras, um grupo de elementos químicos essenciais para dar vida a essas tendências.
Para quem deseja investir e capturar esse potencial, o RARA11, o primeiro ETF de Terras Raras da B3, oferece exposição a empresas internacionais que atuam em diferentes etapas da cadeia de terras raras e minerais estratégicos.
Ao investir no RARA11, o investidor acessa, por meio de um único ETF, uma carteira diversificada de companhias ligadas à mineração, ao processamento e ao desenvolvimento de materiais utilizados em setores que vêm sendo impulsionados por megatendências como inteligência artificial, eletrificação da economia e energia renovável.
O RARA11 é o ETF da Investo que busca replicar o desempenho do VanEck Rare Earth & Strategic Metals ETF (REMX), um dos principais ETFs internacionais dedicados ao mercado de terras raras e metais estratégicos.
O fundo reúne empresas que atuam em diferentes etapas da cadeia produtiva, desde a mineração até o processamento e a produção de materiais utilizados por indústrias de alta tecnologia.
Na prática, isso significa que o investidor pode acessar um segmento estratégico da economia global por meio de um único ativo negociado na B3, sem a necessidade de selecionar empresas individualmente ou investir diretamente em ações listadas no exterior.
Entre as principais características do RARA11 estão:
Confira o material publicitário do RARA11.
As terras raras são um grupo de 17 elementos químicos fundamentais para diversas tecnologias modernas. Apesar do nome, esses minerais não são necessariamente escassos na natureza.
O desafio está na sua extração e, principalmente, no processo de separação e refino, que exige tecnologia especializada e está concentrado em poucos países.
Esses elementos são utilizados na fabricação de produtos como:
Por desempenharem funções difíceis de substituir em diversas aplicações, tornaram-se recursos considerados estratégicos para a economia global.
O crescimento da demanda por terras raras é resultado da convergência de diferentes transformações econômicas e tecnológicas.
O avanço da inteligência artificial impulsiona investimentos em infraestrutura computacional, data centers e semicondutores. Todos esses segmentos dependem de materiais utilizados na fabricação de equipamentos eletrônicos de alto desempenho.
A eletrificação da economia representa outro importante vetor de crescimento. Motores de veículos elétricos utilizam ímãs permanentes produzidos com elementos como neodímio e disprósio, enquanto turbinas eólicas dependem desses materiais para alcançar maior eficiência energética.
As terras raras também passaram a ocupar um papel estratégico nas relações internacionais.
Embora existam reservas em diferentes regiões do mundo, grande parte da capacidade global de processamento está concentrada na China. Esse cenário levou países como Estados Unidos, Japão e membros da União Europeia a incentivar investimentos em novas cadeias de fornecimento e processamento desses minerais.
As terras raras vêm se consolidando como um dos recursos mais estratégicos da economia global. O crescimento da inteligência artificial, da mobilidade elétrica, das energias renováveis e da digitalização da indústria amplia continuamente a demanda por esses minerais.
Nesse contexto, o RARA11 oferece aos investidores uma forma prática de acessar empresas internacionais que participam dessa cadeia produtiva por meio de um único ETF negociado na B3.
Ao reunir companhias que atuam em diferentes etapas do mercado de terras raras e metais estratégicos, o RARA11 permite acompanhar uma tendência estrutural da economia global com uma carteira diversificada e exposição internacional.